
O Manejo Integrado de Pragas no milho é uma estratégia que combina diferentes métodos de controle para reduzir os impactos das pragas na lavoura, mantendo o equilíbrio do sistema produtivo.
O primeiro passo do MIP no milho é o monitoramento constante da lavoura. A observação permite identificar quais pragas estão presentes, em que nível populacional e em qual fase de desenvolvimento da cultura do milho.
Com base nesses dados, define-se o momento adequado para a intervenção, respeitando o nível de ação recomendado. Isso evita aplicações desnecessárias e contribui para um uso mais eficiente dos recursos.
O controle químico no milho continua sendo uma ferramenta importante, mas deve ser utilizado de forma estratégica, com rotação de mecanismos de ação e respeito às doses indicadas. Essa prática ajuda a reduzir o risco de resistência das pragas.
O uso de agentes biológicos no milho vem ganhando espaço no MIP. Bactérias, fungos e inimigos naturais atuam diretamente sobre as pragas e auxiliam na manutenção do equilíbrio do ambiente agrícola.
Além disso, práticas culturais como rotação de culturas, manejo de restos culturais e escolha adequada do sistema de plantio também fazem parte do manejo integrado no milho.
O MIP do milho não é uma ação isolada, mas um processo contínuo de observação e tomada de decisão. Ao integrar diferentes métodos de controle, o produtor protege o potencial produtivo da cultura e conduz a lavoura de forma mais sustentável.


